terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Sinesteana


Solto no ar
Quase livre
voar voar
e fotografar

Clareando claro lendo
Poemeu, texto meu
Amarana Ana amar
Solidariedade

Cadeira de balanço
Serenata e poesia
Flor na janela tão longe
Mas ouvia

Caríssima e mortal
Suicida
Carisma morte tal
Sinestesia

O poema é presente
O tempo ressente
Não estar sempre ao teu lado
Não cantar tudo que gostaria

Som imagem cor
Some e age a dor
Meio e mensagem
Libertinagem

Tudo ao mesmo tempo
Voar. Serenata.Morte.
Poema.Carisma.Foto.
Sinestesia.Presente.

Aesthésis conjunta
Infinita enquanto dura
Poema canção paixão
Amar morrer e fim.

3 comentários:

Taty disse...

Fui obrigada a reler duas vezes pra entender, me perdi nas frases.......

Vilma disse...

Tudo ao mesmo tempo, mesmo.

Juliana disse...

Reler já não é duas vezes? Desculpe-me, mas não resisti.