sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

O Amor da Raça


Luz ! Câmera ! Ação !

Roda, roda, roda o filme da vida
Sem idade
Sem espaço
Do infinito nada
Ao eterno algo

Entre a sensação e a emoção
Tomba a sombra.
Film noir?

A mente reage à paranóia
da tua insensibilidade.
Tua pele na minha
Amor fugaz.
Será absurdo?
Surrealista?
Amor estilo
Cinema novo.


Poema escrito alguns dias depois da morte de Glauber Rocha

2 comentários:

Vilma disse...

Quantas dúvidas e trocas... como pode um paranóico ser insensível? não seria justamente o excesso de sensibilidade a causa da paranóia? será? Li do fim para o ínico e nessa condição o texto me pareceu muito mais lúcido...

malmal disse...

gostei , pq gosto do Glauber, gostei tb porque o cinema novo é promissor...e prova isso