domingo, 26 de julho de 2009

Honi soit qui Magne y pense


Mal acabara de digitar tardígrado o epodo quando começou a ter fosfenos.

Como rejeitara a anacirtose de forma pugnaz imaginou que pudesse se apenas uma anostose

Uma mera odontagra que não iria escarnar naquele momento, não estava disposto a uma nova deutergia.

Fossou seu vade-mecum em busca de uma rima assonante para Lepanto, sua ode não tolerava melas.

Ele, outrora uma pessoa precatada, se transformara num cardiomegálico desde que Bartira entrara na sua vida. Vivia trunfado, como se alênteses em tropel o desautorassem.

Olhou para a engra. Ao longe divisou uma amerim de dois arretéis que lhe pareceu edível, espantou a iraxim que lhe sobrevoava e deglutiu-a de uma chispada.

Já pitosga com o entardecer catassol depositou o texto sobre o oleado e, lábrego, vestiu sua simarra como se fora uma adarga

Nenhuma osfiite seria velame para a sua paixão. Às favas a psicroterapia, essa pantalonada cosicada.

Sua vida agora seria só de halalis

O jesuíta Augusto Magne foi autor de um dicionário da língua portuguesa, de um dicionário etimológico da língua latina e do Glossário da demanda do Santo Graal. Foi fundador da Academia Brasileira de Filologia.

3 comentários:

Sandra Mary disse...

Não vai ter jeito ... vou ter que pegar o dicionário para ler isto ... rs

Arimar disse...

Por quê nos entendemos tanto?
Lamento informar, mas eu, você e Aurélio; aí sim, formamos um lindo trio.he he
Abraços

Vilma Mello disse...

Socorrooooooo!!!!