sexta-feira, 7 de março de 2008

Labirinto


Sonhos de labirintos mágicos
Revolucionam a cabeça
Curvas impunes
Portas fechadas
Parede brancas

Abro caminhos
Que, à minha frente,
Foram se fechando.
Arrombo portas,
Destruo janelas,
Machuco os braços.

Busco o fim do pesadelo
Fugindo do minotauro.
Objetos e pessoas
me perseguem.
Vejo o túnel no fim da luz.
Inútil enfrentar a fera
e continuar preso.

Um comentário:

Taty disse...

Confesso que senti um pouco de dor no meu corpo, principalmente nos braços e um certo cansaço, mas gostei, gostei muito desta dor e do que foi escrito.