sábado, 27 de outubro de 2007

ah....a chuva


a bebida desce deliciosamente
pela garganta
na mesa do bar
tranquilamente
se canta

lá fora chove,
escorre a enxurrada,
na rua
a voz da melodia inventada
é sua

enxurrada
nada nada
minha amada
mais que nada,
nada
nada
enxurrada.

4 comentários:

Anônimo disse...

Muito bom...
Quero chuva...
Ellah.

Anônimo disse...

HUMMM, coisa boa esse poema, me fez vontade de que chova e muito..

bijo
malmal

Alice disse...

...que lindo, melodico.. cantando como as aguas!
beijo...carinho
Alice

Vilma disse...

Sinto a chuva, sou levada pela enxurrada.