Sem rir, sem chorar
Ele queria chorar. Mais do que querer, ele precisava chorar. Sentia as pálpebras cheias e coração apertado, prontos para explodir em prantos.
Mas não podia.
Não era por nenhuma educação machista, sempre achara uma besteira dizer que homem não chora.
Não podia chorar para não revelar o motivo da sua tristeza, até porque fora ele mesmo que provocara a situação que agora o agoniava.
No caminho do trabalho quase desmoronou, mas se conteve. Não podia chegar no escritório com os olhos vermelhos e marejados.
Seus colegas perceberam algo diferente, acostumados que estavam com seu sorriso e o olhar brilhante, estranharam os olhos opacos e o semblante sério.
Ele alegou que tivera uma noite mal dormida por causa do barulho de uma festa no vizinho.
Durante o dia teve de correr várias vezes ao banheiro ao sentir que lágrimas insistiam em escapar. Quando encontrou o chefe disse que acreditava que uma gripe estava a caminho.
Saiu para almoçar, comeu mal, nada lhe apetecia. O trabalho andou aos trancos, nada saiu bem feito. A cabeça não conseguia pensar em outra coisa.
E quanto mais pensava, mais aumentava a vontade de chorar.
Quase no fim do dia o celular tocou. Era uma mensagem. Por alguns instantes ele hesitou em ler. Mas sabia que tinha de enfrentar a situação.
Abriu. Só duas palavras. Letras suficientes para mudar sua aparência.
Os olhos brilharam, o sorriso abriu. Sentiu um alívio no corpo como se tivessem tirado toneladas das suas costas.
Debruçou sobre a mesa e chorou copiosamente. De alegria.
Mas não podia.
Não era por nenhuma educação machista, sempre achara uma besteira dizer que homem não chora.
Não podia chorar para não revelar o motivo da sua tristeza, até porque fora ele mesmo que provocara a situação que agora o agoniava.
No caminho do trabalho quase desmoronou, mas se conteve. Não podia chegar no escritório com os olhos vermelhos e marejados.
Seus colegas perceberam algo diferente, acostumados que estavam com seu sorriso e o olhar brilhante, estranharam os olhos opacos e o semblante sério.
Ele alegou que tivera uma noite mal dormida por causa do barulho de uma festa no vizinho.
Durante o dia teve de correr várias vezes ao banheiro ao sentir que lágrimas insistiam em escapar. Quando encontrou o chefe disse que acreditava que uma gripe estava a caminho.
Saiu para almoçar, comeu mal, nada lhe apetecia. O trabalho andou aos trancos, nada saiu bem feito. A cabeça não conseguia pensar em outra coisa.
E quanto mais pensava, mais aumentava a vontade de chorar.
Quase no fim do dia o celular tocou. Era uma mensagem. Por alguns instantes ele hesitou em ler. Mas sabia que tinha de enfrentar a situação.
Abriu. Só duas palavras. Letras suficientes para mudar sua aparência.
Os olhos brilharam, o sorriso abriu. Sentiu um alívio no corpo como se tivessem tirado toneladas das suas costas.
Debruçou sobre a mesa e chorou copiosamente. De alegria.
Comentários
beijos
Rô
Você escreve muito bem!
Até consegui "ler" as duas palavras!
Abs
lindooooooooo... lindoooooooooo D+!!!
Olha... copiei viu... vou colocar seu nome como altor! axei tao interessante que tenho que colocar no meu blog!e vou divulgar seu blog la no meu tb! lindooo lindooo lindooo mesmo! ta de parabens!!!
lindooooooooo... lindoooooooooo D+!!!
Olha... copiei viu... vou colocar seu nome como altor! axei tao interessante que tenho que colocar no meu blog!e vou divulgar seu blog la no meu tb! lindooo lindooo lindooo mesmo! ta de parabens!!!