segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Fredsen não reprocharia

O prásino fora encontrado à alea por dois escoteiros que desciam de iuá tomando porongo. Os meninos, ainda rarípilos, o colocaram no puceiro e chamaram os colegas ao som da harmoniflauta.

Junto à aceca do lameirão vieram todos observar e pedra coberta de lismo. O chefe a colocou num cacim e guardou na cimalha da tapera onde estavam.

No dia seguinte, todos de fatiota aerínea fizeram seus exercícios amínticos para o esplênio, tiraram a jóia da padieira, subindo pelos taipais e rumaram para a urbe.

O mais morrudo de todos matava tentredos nas vergônteas como se fora um centímano. O chefe, nefalista e coercivo o enchia de aporemas.

De repente, formou-se um mistifórnio. Ouvindo o cantar do cnute, o empachado derruiu a ribanceira. Sentido a alêntese pela vante, outro áscio levantou os gadanhos num gesto fescenino.

Ameaçou o colega de evirar-lhe pelo pavoneio disponente. Esse fingiu uma cofose, com se ouvisse um landuá. Foi uma efialta.

Voaram corrumes no ptérion, parâmeses secernentes e até anadoses no carpelo. Nem as ócreas oogênicas resistiram.

De cima da sobrecabeceira, zarro de hemoglobina, aproveitou o auê e perpetrou sua laracha.

Amarrou o atafal, mirou o apéx e, entoando antífonas, peiou o ômer e fugiu iconomaníaco e ileáceo.

Charles Fredsen foi autor de "Do indo-europeu ao latim" e membro fundador da Academia Brasileira de Filologia

3 comentários:

clau disse...

Fabio,realmente eu acho o maximo estes textos, ainda mais pq me recordam tanto o meu pai...
E tb pq o meu interesse por eles é proporcional ao peso do dicionario ao qual eu teria que recorrer para poder compreende-lo, no todo.
Até tirei de letra metade das palavras, mas como aqui comigo nao tenho um, eu lhe agradeceria a traduçao do resto, pq intui ser muito interessante esta estorinha!... rss
Bjs!

Vilma Mello disse...

Hoje nem vou tentar decifrar

beijos de segunda

Elis Zampieri disse...

Que a sua loucura seja perdoada...Amém. :-)