sábado, 30 de maio de 2009

Ai de mim Amorim!

Jugurta, a númida rafaméia reinava a partir do seu pritaneu sobre vassalos autóctones e metecos. Jamais a suserana enfrentara libelistas, nem sofrera topetadas. Era inconsútil seu amicto.

Todas as tardes convocava seus sânios que, entre voletas e peônias, davam talagadas em sumos de dilênia.

Mesmo assim vivia contrafeita por ser nulípara. Só de perraria chamou seu tropel atricaudato e começou a disparar alcólitos em direção ao reino de Arad.

O metuendo considerou o fato uma tredice. Irocó e intimerato retrucou com óstracos iantinos.

Enviou um mirão dasípode que lhe retornou um anexim sintagmático e aperitório.

Isso fez com que Jugurta despencasse na ravina, cheia de crenaduras cinestésicas.

Pelo gasguete fez uma tinhanha com Arad que resultou em mútua heterogamia.

Rodolfo Augusto de Amorim Garcia (Ceará-Mirim, 25 de maio de 1873 — Rio de Janeiro, 14 de novembro de 1949) foi historiador e intelectual brasileiro, dedicou-se ao ensino de história, geografia, francês e português e também a estudos linguísticos, como o Dicionário de brasileirismos.Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e da Academia Brasileira de Letras, eleito em 2 de agosto de 1934 e empossado em 13 de abril de 1935. Diretor do Museu Histórico Nacional e da Biblioteca Nacional. É um dos fundadores da Academia Brasileira de Filologia.

3 comentários:

clau disse...

Sera que musicalidade dos sons, com que estas palavras todas ribombeiam o nosso cérebro, poderia ser a causa do nao entedimento do texto...?!rss
Bom fim de semana para vcs, Fabio!

Braulio França disse...

Não sei o que vai acontecer comigo se continuar lendo este blog...

Juliana disse...

Fiquei engasguetada, que história mais romântica! (espero)