sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Aforismos cada vez mais inconsequentes


O tempo que me falta é o mesmo que me aprisiona.

A intimidade é um silêncio preenchido por subentendidos

As besteiras sempre são reais, enquanto besteiras, é claro.

As práticas obsessivas não tem começo nem fim.

O limite do medo é a coragem absoluta.

Como os vinhos, nem todas as pessoas envelhecem com classe.

A vantagem de se ser absurdo é que poucos ousam contestar sob o risco de ganharem a mesma pecha

6 comentários:

Taty disse...

A vantagem de conversar com um saco de cimento e que eu posso falar tudo o que penso, xingar, meter pau, elogiar, etc...sem interrupção e sem cara feia, porque cimento e cimento.

Vilma disse...

Como me disse um pedreiro esses dias: "D.Vilma usei 3x1 ( 3 de areia+ 3 de pedra + 1 de cimento ) no concreto, porque esse cimento é forte", desatenta, não observei a marca... preciso voltar na obra... esse cimento deve ser bom de papo...

malmal disse...

vc está cada dia melhor, nem dá pra escolher apenas um deles pra comentar.

bijo de bom findi...

ZéMoa disse...

Para aforismos tão cimento, dou lhe dois hai kai do Bashô:

Cigarras vermelhas
Tirai-lhes as asas
e viram pimentas!

E estas pimentas
Devolvei-lhes as asas
se tornam cigarras!

Cuidado pra não dar com a cara na parede.

ZéMoa disse...

Rapaz!!! Something very strange happened...Eu não sou tão vaidoso a ponto de repetir 4 vezes a mesma mensagem. Mas sou tão ignorante a ponto de não saber como retirá-las.
O mundo é um moinho.

Alice disse...

"O limite do medo é a coragem absoluta."... eu escolho essa e espero que desta vez o cimento não me escute!
beijo