quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Lua cheia na Bourbon


Os meus passos nada passam
Meus desejos ultrapassam
Tanta gente caminhando em meio à fumaça
Atravessando o som.


Enquanto isso a lua brilha na Rua Bourbon


Certos sonhos deveriam ser assim
Olhares tristonhos veriam enfim
As cores transparecendo através
de instrumentos no mesmo tom


Enquanto isso a lua brilha na Rua Bourbon


Assim se vão os sonhos
Se vão também os desejos
Cores, música, fumaça
Gente, instrumentos, olhares
Tudo triste, tudo bom


Enquanto isso a lua brilha na Rua Bourbon

3 comentários:

Nina Victor disse...

O post me trouxe lembranças de uma das melhores viagens que já fiz. Ô lugar encantado!

Pessoa Comun disse...

tô te achando noltalgicoooooooo, é achismo?...
mas valeu o poema tem cor...

bijo

Vilma disse...

Que seja eterna a rua Bourbon...