sábado, 10 de outubro de 2009

Contículo subjuntivo

É bem possível que eu tenha me comportado mal, talvez até tivesse de terminar o que começara mas, mesmo que a oportunidade batesse à minha porta, permaneceria impassível.

Se tivesse ouvido o que diz a experiência, não correria o risco pelo qual passei e, naquele instante, era provável que o mundo ruísse. Se tivesse coragem, estaria lutando por ideais errôneos. Felizmente percebi a tempo que seria indelicado...

Acreditaste que eu tivesse andado por esses desvios?

Duvido que saibas o quanto chorei por isso. Lamento que tenha sido relapso. E sei que é importante que eu perceba o que ela representa na minha vida. Não é justo que continue sendo tratada com menos consideração do que mereça.

No começo neguei que tivesse cometido tal delito. Seria melhor que não dissesse nada mas, implorei para que ela continuasse. Ela ordenou que eu interrompesse meu discurso. Tinha razão.

Ela sempre pede que eu a estude com afinco. Nada impede que minha atenção se apresente e que meus cuidados sejam exercidos.

Ordenou que pagasse minha dívida de carinho. Deseja que eu sempre volte logo. É preciso que eu deixe de lado essa visão que me aprisiona num passado sem conteúdo.

Se eu tiver um mínimo de juízo nunca mais repetirei tal deslize.


Modo subjuntivo é o modo verbal que não expressa certeza e sim uma dúvida, para indicar a possibilidade de algo vir a acontecer.

3 comentários:

Vilma Mello disse...

Que você nunca tenha um mínimo de juízo, seria sem graça demais

beijos de sábado

clau disse...

Sou uma muito apegada ao modo subjuntivo: nao vivo sem!
Talvez seja porisso que nao me arrisque a falar o arabe...rss
Bjs!

Juliana disse...

Se eu pudesse eu faria um comentário inteligente.