quarta-feira, 24 de junho de 2009

Non imprimatur Basílio

No momento em que o badameco adentrou o pacoval como se fugisse do aresto nunca pensou que sua artralgia acabaria gerando anasarcas.

Naquele momento pesou que fosse uma anga que provocava amelopia, ou uma páfia nefalista.

Não se tratava de uma balda qualquer. Pensou em se inumar em algum canto lôbrego. Estava poento e coberto de pituí. A faina o deixara azarolado.

Escandiu aravias com a impostação dos noitibós. Famanaz, alçou as entrepernas e, sem aforro mirou o píncaro antélio.

De repente, topou com uma regada coberta de arômatas. Veio-lhe à cabeça uma écloga metagógica como um cainho.

Sobressalteado mofou do arenã e retomou seus piténs e cacundês.

Basílio de Magalhães (1874-1957) nasceu em Barroso (MG), localidade na época parte do município de Barbacena. Atuou como jornalista, professor, administrador, político, vindo a falecer na cidade de Lambari-MG. Escreveu vários livros e deixou diversos escritos, entre discursos, artigos, prefácios, etc. Foi fundador da Academia Brasileira de Filologia

2 comentários:

Juliana disse...

Ai meus sais...

clau disse...

Hum...
Texto ruim de ler para quem nao arranha o grego...
Vc vai ter é que acabar me presenteando com um bom Aurelio,ok Fabio?
E nao pode ser aquele de bolso, nao, que nao vai servir...
Hihihi
Bjs!