quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Amigo Aurélio


À sombra de oleandros e himenéias, alguns álanos caramboleiros empolavam suas testacelas e suas tencas, fruto de uma estancada, para combater o hecistotermo.

O clima lôbrego afugentava a mais famanaz das aperemas, mesmo assim os utentes dos tipitis que não perdiam seu entono, ladravam lais.

Um arruá uncinado estropiava os epinícios amínticos sob a pletora de contumélias.

Dores atras oriundas de aposirmas na ourela do capilamento, como se fossem transatas da maiêutica.

No horizonte o sol se punha em sinédoques arabistas, como uma coda de rotenonas banhando os inés.

6 comentários:

clau disse...

Nossa Fabio...até parece uma coisa que foi escrita por meu pai...
E nele, incrivel dizer, isto vinha natural.
Deve ser por isso que, antes da coleçao do Monteiro Lobato, eu desfiei, todinhos, os livros do Caldas Aulete...!
Hoje pareceria doente ver uma garotinha de nem 8 anos lendo, interessadissima, volumes de dicionario.
Mas agora estou bem.
E vou pegar o meu Zanichelli, aqui, pra ver se traduzo o seu texto.
Hihihihi.
Bjs!

Vilma disse...

Vá catar Phyllantus pendulus ! Eu aqui pensando que era sério...ahuhauahuahua!

Um beijo

Fábio Adiron disse...

Clau : seu pai devia ser craque de palavras cruzadas...risos (e eu também tinha o Caldas Aulete em casa)

Vilma : desde quando esse blog é sério ?

Dea disse...

Triste reconhecer que num espectro de barbarismo a aurélio estou mais perto do primeiro...
Este post terei que revisitar mais tarde!
Abs,

Vilma disse...

Fábio, para o insano toda insanidade é sã.

Mariazinha_ disse...

não precisava esse "presente", não nos devia nada pelo post matando o aurélio...
mas sabe de uma coisa? descobri que sou muito burra, naquele primeiro eu me esforçava e entendia, neste não entendi nada... :(
beijo, decepcinado comigo mesma.