segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Desaforismos insanoqüentes

As máscaras, por melhor que estejam fixadas, uma hora caem.

Que tem carpete não consegue esconder o lixo debaixo do tapete.

Muita semântica, pouco significado.

Bater na mesma tecla só serve para machucar os dedos.

Além de egoísmo, querer o melhor de dois mundos me soa meio esquizofrênico.

Uma nova praga assola as ciências e os negócios, atende pelo nome de maisdomesmismo.

Podem reclamar da linguagem chula do presidente. Mas todo mundo que vota e paga imposto sabe o que significa aquele expressão.

No brilho dos olhos se revela toda uma cosmogonia.

Talvez essa seja uma das últimas chances que terei de usar o trema.

4 comentários:

Vilma disse...

Eu tremo, tu treme, ele treme,nos trememos...
E o trema geme...

Beijos de segunda

Bom dia!

Rubinho Osório disse...

Nunca uso trema. Meu computador, por iniciativa própria, utiliza-o com frequência. Ele estava certo, eu, errado. Mas isso vai mudar!

Anônimo disse...

Fábio,
No brilho dos olhos se revela toda uma cosmogonia... Adorei esta!
Combina comigo.
beijos

Fábio Adiron disse...

Vilma : o trama está nos seus últimos estertores

Rubinho: seu computador esqueceu o trema em freqüência...

Rô: no brilho dos olhos seus