quarta-feira, 14 de maio de 2008

Memórias poéticas


Rachel,Raquel

Um dia Rachel amei
Mas soube não ser Rachel
Que eu amava - era Raquel
Engano tolo, pensei.

Não deixei de amar porém
Inda não sendo verdade
Uma, a realidade
Outra eu amava também.

Tempo, sábio e experiente
Solução inteligente
Amando Rachel, Raquel

Como fogo no papel
Pouco importa o seu nome
Apenas brasa consome.

3 comentários:

Vilma disse...

Suas Raquéis (?) não eram gêmeas?

Na adolescência, conheci duas meninas na escola, Jandira e Jacira, os meninos viviam apaixonados, e faziam a maior confusão, tanto com o nome como com a aparência, e agente se divertia com isso. Ah! como os meninos eram tolos...

malmal disse...

erro comum, ainda mais na adolescência, idealizar amores, pode ser um erro.
o tempo resolve
o poema conforta


bijok

Juliana disse...

Montanha e floresta....hummm