domingo, 19 de outubro de 2008

Poemenda


Sempre gostei de brincar com as palavras, uma maneira divertida de exercitar os neurônios.

Da "senda" do texto anterior saiu essa brincadeira sem nenhuma pretensão literária

Que a senda te surpreenda escrevi na minha agenda
Nada que me arrependa, nem provoque contenda
Espero que compreenda, sem nenhuma emenda
Os versos que lhe mando : por encomenda.

Não é poesia estupenda, mas não chega a ser horrenda
Arrenda palavras simples, outras quero que aprenda
Distenda as frases ao léu, outras apenas transcenda
Entenda que é no papel que se constrói a lenda.

Não lhe mando a legenda, não faço cara pudenda
Espero que subentenda, a metáfora tremenda,
Aquela que te desvenda, que também te acenda
E que pretenda ser mais que breve oferenda.

Sempre se reacenda, se estenda e suspenda
A paixão se recomenda que a defenda.
Que nada mais dependa, apenas atenda
Nossa vivenda na tenda, gerada por uma fenda.

2 comentários:

Juliana disse...

Acho que vou comprar a merenda lá na venda onde tem uma moenda.

Vilma disse...

O equipamento exige cabo 10mm, a entrada de serviço oferece cabo 6mm..alguém vai ter que ceder. Sua poesia evita o curto e ameniza a tensão.Insano? não é para isso que estamos aqui?

Vilma- precisando de um choque nos neurônios.