sábado, 9 de julho de 2011

Quase pornográfico


Ela me estorcegava durante a isagoge e mesmo que eu fosse zafimeiro me deleitava em seus manticostumes.

Tentado a acobilhá-la sobre a retouça do estau enquanto ela, como acontista, me debulhava em sua liconomancia.


Alcançamos o alcantil sem mangrar macrósticos veventes. Nenhum mesto nos contraminava. Nenhuma incha nos provocava dipsomanias.


Perdi-me em aravias que nenhuma estigmologia desencriptaria, depois que ela ustulou deixando-me quase abléfaro.


Mesmo assim não me deixei cair em oscitação durante o ginge. Ela me tocou com sua tubigeira e alternei-me entre o zureta e o abnóxio.


Zumbri-me sobre ela em meio a acrotismos sécteis. Minha iscnofonia impedia a osfresia do meu parálio.


Pervenci a polografia sampando ancilas em truz. O bambaré do períbolo indicava ergasiotiquerologias infundibuliformes.


Retornei ao cuvico tanado, empazinei-me de munícios de forma bíbula e curti minha heliopatia sob a corneíba

4 comentários:

Vilma A. de Mello disse...

Para qual lado sopra o vento? depois de ler isso e não entender nada acho que preciso de um biruta

Bom dia!!!

Taty disse...

Porque você não manda um dicionário de presente pros seus leitores???? Beijos

Arimar disse...

Fábio.
Como sempre: Lindo texto.
Mas, agora vou tomar minha sopa de letrinhas.
ósculos mil.
Arimar

Rubinho Osório disse...

Supimpa!!!