quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Meu reino por um cavalete

Cavalete já foi apoio para pintura de grandes obras de arte e instrumento de tortura para grandes mártires.


A invenção eleitoral para garantir a poluição visual da cidade foram os cavaletes espalhados em calçadas, gramados, ciclovias, rampas de pedestres.

Além da poluição visual, eles são o supra sumo da propaganda ecologicamente incorreta. Sabe-se lá quanta madeira foi usada e quanto de impressão em material derivado de petróleo.

O mais irônico disso, pelo menos no meu trajeto habitual é que o candidato que mais gasta madeira e polui visualmente... é do Partido Verde.

Fica aqui minha contribuição para a campanha:

A cavalete dado não se olha a coligação

Para alguns candidatos, o castigo veio a cavalete

Quem nasceu para santinho nunca chega a cavalete.

Não foi reeleito. Caiu do cavalete.

Cavalete bom e candidato eleito a gente só conhece na apuração.

Quem faz o cavalete é o dono.

Mulher, arma e cavalete de armar, nada de emprestar.

Uma estrela dourada não faz do banner um cavalete.

Enquanto houver cavaletes, São Paulo não dará pé.

Cavalete de viúva só anda emprestado.

Cavalete de campo não bebe água de balde.

3 comentários:

clau disse...

Nossa Fábio, fiquei mm é IMPRESSIONADA com a figura que ilustrou as suas explicações...
Tempos horríveis!
Mas... será que já terminaram?

Fábio Adiron disse...

Não ainda não terminaram...tem 2º turno

Taty disse...

O problema será quando confundirem um joquei com cavalete!